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Samsung registra patente de tela flexível e extensível


Samsung registra patente de tela flexível e extensível

Imagem de: Samsung registra patente de tela flexível e extensível
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Samsung acabou de receber uma patente do Departamento de Marcas e Patentes dos EUA (USPTO, na sigla em inglês), que, provavelmente, foi registrada em 2018. A patente se refere a um smartphone com parte da tela flexível, que ficará dobrada para trás do aparelho.
Quando dobrada, a tela apresentará a proporção de 16:9. Ao ser desdobrada, ela se estende até a proporção 18:9. Dentre as outras patentes de telas flexíveis da Samsung, há uma outra bem parecida com esta, mas com a diferença de ela partir de dentro do chassi, no estilo pop-up deslizável. Esta apresentada aqui é mais simples.
Fonte: Gizchina/Reprodução
Perceba que a parte que ficará dobrada possui um design comum para os dias de hoje, com um notch onde ficarão abrigados a câmera frontal, o alto-falante e os outros sensores. A solução criada pela Samsung resolveria o “problema” da tela com notch ou câmera na tela, mesmo que seja um minúsculo buraco, como o Galaxy Note 10. Isso iria proporcionar uma maior imersão na visualização de conteúdo como vídeos e fotos.
Fonte: Gizchina/Reprodução
Quando o usuário precisar fazer uma chamada ou usar a câmera frontal, ele teria que desdobrar a outra parte da tela. E a patente não diz se isso aconteceria de forma automática ou manual, mas não conhecemos telas dobráveis que são acionadas automaticamente. Pelo menos, não neste momento.
Embora as imagens não mostrem com exatidão, podemos supor que o celular ficaria mais espesso nessa parte onde a tela ficaria dobrada para trás, tal como o Galaxy Fold fica mais “gordinho” quando dobrado.
Também há o fato da fragilidade dessas telas. Esse tipo de aparelho poderia durar bem para quem faz poucas chamadas e selfies, mas para quem usa essas funções com frequência, talvez ele não fosse tão indicado.
De qualquer forma, ainda é apenas uma patente e não sabemos se a Samsung lançaria esse smartphone algum dia.

FONTE: TEC MUNDO
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Novos aparelhos com Android poderão ser obrigados a rodar o KitKat

Vazamento de documentos da Google parecem exigir que a versão mais recente do SO seja usada em todos os aparelhos



Novos aparelhos com Android poderão ser obrigados a rodar o KitKat


Apesar de aparelhos com Android considerados high end rodarem com o sistema operacional atualizado, smartphones e tablets mais modestos rodam versões anteriores ao atual KitKat. Se depender da Google, essa prática deve acabar daqui em diante.

De acordo com o site Mobile Bloom, um documento, que supostamente veio do time de desenvolvimento do Android, foi enviado para todas as grandes fabricantes e afirma que a Google não aprovará a distribuição GMS para novos produtos que estiverem rodando versões mais antigas do sistema operacional. Isso significa que todos os aparelhos, sejam eles high ends ou low ends (mais baratos), deverão rodar o Android KitKat 4.4 de fábrica.

Conforme informações do Mobile Bloom, a mudança começaria já no mês de fevereiro. Sem a aprovação do GMS (Google Mobile Services), os aparelhos ficariam sem aplicativos-base do Android, como o Maps, Hangouts e Google Now, sendo que até mesmo à loja do sistema operacional pode ficar indisponível.

Alterações que podem virar o jogo

Caso o documento seja real, vários fabricantes podem se ver com um grande problema em mãos, já que a venda de smartphones de baixo custo, com configurações mais modestas e versões mais antigas do Android, movimenta grandes cifras em mercados emergentes.

Se a instalação do KitKat se tornar obrigatória, os aparelhos teriam que ser mais caros para acomodar uma configuração que rode as últimas atualizações do sistema operacional.
Isso pode acabar fazendo com outros sistemas operacionais móveis, como o Windows Phone, que vem crescendo em ritmo constante, e outros SOs, como FirefoxOS e o Tizen se tornem alternativas para fabricantes usarem em aparelhos de baixo custo.

Até o momento, a Google não se pronunciou sobre o assunto.
Fonte:TecMundo
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Abrir um negócio é Sonho de 44% dos brasileiros

PESQUISA REVELA QUE ABRIR UMA EMPRESA SUPERA VONTADE DE 24% 

DAS PESSOAS DE TRABALHAR COMO FUNCIONÁRIO   LARISSA MEIRA, DA 



Brasília - Esqueça os tempos de inflação 
alta e insegurança 
econômica, quando trabalhar em uma 
empresa com carteira 
assinada era praticamente a única 
alternativa considerada 
segura para a maioria da população 
brasileira.

O perfil da economia mudou e, atualmente, quase 
44% dos brasileiros sonham em ter o próprio negócio, 
frente aos 25% que almejam seguir
 carreira como empregado em uma empresa. Os dados 
constam na pesquisa
 Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), realizada
 pelo Sebrae em parceria com
 o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP).

“O Brasil vive a plena expansão do mercado interno
 e a ascensão da classe média, 
que desponta com grande poder de consumo e 
também empreende em setores diversos. 
Nos últimos dez anos, as mudanças na legislação
 também favoreceram o ambiente 
empreendedor no país”, analisa o presidente do
 Sebrae, Luiz Barretto.

Ele cita como exemplos o surgimento da Lei Geral da
 Micro e Pequena Empresa,
 do Supersimples – que reduz em média 40% da carga
 tributária dos pequenos negócios –
e a criação do Microempreendedor Individual, que
 permite a formalização de negócios 
que faturam até R$ 60 mil por ano. “O brasileiro está 
mais escolarizado e passou a abrir 
empresa por identificar uma demanda de negócio. 
É muito diferente do cenário há alguns
 anos, quando a pessoa abria empresa ao ficar 
desempregada e não encontrar outra 
alternativa”, completa.

Atualmente, quase 70% dos empreendedores abrem
 um negócio por oportunidade. Em 2002,
 o índice dos que empreendiam motivados pela
 identificação de uma chance no mercado 
empresarial era de 42,4%.

O dinamismo da economia brasileira nos últimos dez anos, 
com o aquecimento do mercado
 de trabalho e a melhora do grau de escolaridade dos brasileiros, 
passaram a promover o 
empreendedorismo como uma alternativa de ocupação e 
renda aos brasileiros em todas as
 regiões do país. “O empreendedorismo hoje tem mais qualidade 
porque cresce justamente 
em um momento em que o nível de emprego está bastante alto”,
 completa Barretto.

O levantamento comprova a evolução da atividade empreendedora
 no país. Em 2002, 20,9%
da população estava envolvida na criação ou administração de um 
negócio. Dez anos depois,
 o índice saltou para 30,2% da população adulta, entre 18 e 64 anos.

O crescimento de 44% na taxa de empreendedorismo é compatível 
com o dinamismo da 
economia brasileira no período, quando o Produto Interno Bruto (PIB) 
cresceu em média cerca
 de 4%. Para 88% dos brasileiros adultos, o início de novo negócio é 
uma boa opção de
 carreira.

A GEM também constata que entre os brasileiros mais
 escolarizados é maior a proporção
 de empresários por oportunidade. No grupo dos empreendedores 
com pós-graduação 
completa, por exemplo, 87% dos empresários em fase inicial 
abriram o negócio após
 constatar uma oportunidade de mercado.

Nas mãos de mulheres e jovens

Homens e mulheres dividem o comando dos novos
 negócios brasileiros – aqueles com 
até 3,5 anos de atividade. De acordo com a pesquisa, 
49,6% dos que iniciam a carreira 
empresarial são do sexo feminino. O percentual de 
mulheres é maior entre os empreendedores 
que abrem um estabelecimento do que entre aqueles
 com empresas já estabelecidas.

“A inserção mais intensa da mulher no mercado de
 trabalho e seu consequente
 empoderamento, principalmente na última década,
 favorecem o empreendedorismo feminino. 
À medida que as mulheres passam a ocupar em
 maior densidade cargos de liderança nas 
organizações, também adquirem mais segurança 
para empreender, principalmente no
 empreendedorismo por oportunidade”, analisa o 
diretor-presidente do IBPQ, Sandro Vieira.

Os negócios iniciais estão mais concentrados nas 
mãos de jovens entre 25 e 34 anos,
 que respondem pela criação de 33,8% das empresas.
 A faixa etária entre 35 e 44 anos 
reúne 27% das novas empresas. Já entre os 
empreendimentos estabelecidos
 – com mais de 3,5 anos de atividade -, a idade
 predominante está entre 35 e 44 anos, 
com 30% dos negócios.

A pesquisa GEM aponta ainda que a escolaridade está
 melhorando entre as empresas iniciais. Enquanto que 
nos negócios com mais de 3,5 anos de existência 30%
 dos empresários têm o Ensino Médio completo, nas empresas 
novas o índice corresponde a 37%.

Sobre a GEM

Realizada em âmbito mundial desde 1999, a 
GEM 2012 contou com a participação
 de 69 países – 15 a mais do que os analisados 
em 2011. O levantamento ouviu 10 mil 
pessoas entre 18 e 64 anos das cinco regiões brasileiras.

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Flash deixará de existir em Androids no dia 15 de agosto

Plugin será retirado da Google Play nesta data. Adobe não oferecerá suporte para a versão 4.1 Jelly Bean

Por Roberto Hammerschmidt
 
 
         Flash para Android: só até o dia 15 de agosto. (Fonte da imagem: Into Mobile)

A nova versão Android 4.1 Jelly Bean não terá o apoio oficial do Flash, de acordo com a própria Adobe. Juntamente com essa decisão, a empresa irá retirar o plugin da Google Play até o dia 15 de agosto. A medida segue o movimento da Adobe em adotar o HTML5 em plataformas móveis.

Dessa forma, não será mais possível adquirir o aplicativo para nenhuma versão do Android. As atualizações para o Flash Mobile em dispositivos Android serão cada vez mais esporádicas e feitas apenas para quem ainda tem o plugin instalado.

Galaxy Nexus

Quanto ao Galaxy Nexus (Galaxy X, aqui no Brasil), que atualmente suporta o Flash na versão 4.0 Ice Cream Sandwich e receberá uma atualização para o Jelly Bean em meados de julho, a Adobe adverte que a mudança no sistema operacional poderá acarretar instabilidades.
Segundo a Adobe, se um dispositivo é atualizado do Android 4.0 para o Android 4.1, a versão do Flash

Player instalada poderá apresentar um comportamento imprevisível, já que o plugin não é certificado para ser usado com o Android 4.1. Dessa forma, as futuras atualizações para o Flash Player não irão funcionar, e por isso a empresa recomenda a desinstalação do Flash Player em dispositivos que tenham sido atualizados para o Android 4.1.

Fonte: Adobe, tecmundo
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Belfort quebra a mão e não enfrenta Wand no UFC 147


REDAÇÃO SUPER LUTAS

 A aguardada revanche entre Wanderlei Silva e Vitor Belfort está adiada! Na manhã desde domingo Vitor anunciou em sua conta no Twitter que sofreu uma fratura na mão durante os treinamentos e está fora do UFC 147, evento que acontece dia 23 de junho, no Ginásio do Mineiro em Belo Horizonte.


 “Não consigo dormir pensando no que aconteceu. Estou muito triste, mas sei que irei voltar forte. Não consigo acreditar ainda no que aconteceu, mas na vida é assim, temos que superar nossos obstáculos. Conto com vocês”, postou Belfort, em sua conta no Twitter.
Com o imprevisto, Dana White confirmou que Wanderlei Silva continua no card do UFC em BH, mas ainda não tem oponente definido.

O combate entre Wanderlei Silva e Vitor Belfort é uma das revanches mais esperadas dos fãs do MMA. No primeiro duelo entre eles, realizado em 1998, na primeira edição do UFC no Brasil. No duelo, realizado em São Paulo, Belfort nocauteou o oponente em apenas 44 segundos. Desde então, Wanderlei busca a revanche contra o rival
fonte: Superlutas.com
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Vício em tecnologia é semelhante ao das drogas

Estudo de universidade norte-americana revela que quatro em cada cinco estudantes sentem ansiedade, depressão ou pânico ao serem afastados de seus gadgets.


Por Fernando Daquino



Pesquisa realizada pela Universidade de Maryland, localizada na cidade de College Park (EUA), revela que vício em tecnologia é semelhante ao de drogas. Seguindo o estudo, quatro em cada cinco estudantes avaliados sentiram algum tipo de desconforto físico ou mental ao serem afastados de seus gadgets.
 

Os sintomas mais comuns constatados foram o pânico, a confusão e o isolamento extremo. De acordo com o jornal The Telegraph, os pesquisadores descobriram que a maioria dos 1 mil jovens universitários entrevistados, espalhados por 12 instituições em 10 países, admitem ser viciados em algum tipo de tecnologia: smartphones, notebooks, televisores e redes sociais são alguns exemplos.
 

Relatos de alguns estudantes descrevem que eles sentiram ansiedade e depressão ao ficar longe dos eletrônicos. Uma universitária norte-americana confessou que seu desejo de estar “online” poderia ser comparado às crises de abstinências de pessoas viciadas em crack.


Fonte: Baixaki
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Microsoft anuncia 11 projetos inovadores que serão desenvolvidos para o Kinect

A empresa anunciou os 11 novos parceiros que vão desenvolver sistemas baseados no sensor de movimento

Por Renan Hamann 
 
                                           (Fonte da imagem: Divulgação/Microsoft)

No ano passado, a Microsoft abriu inscrições para o Kinect Accelerator, um programa para desenvolvedores que quisessem criar aplicações dos mais diversos tipos para o sensor de movimentos Kinect – e isso não representa jogos, mas outras formas de utilizar o aparelho. Agora, foram divulgadas as 11 parceiras da Microsoft que conseguiram o espaço depois de disputar com mais de 500 desenvolvedoras diferentes.

As startups (que podem ser definidas como “grupos de pessoas trabalhando em uma uma ideia inovadora”) terão de abril a junho para desenvolver o que prometeram, recebendo um apoio de 20 mil dólares e um espaço em Seattle (Estados Unidos). Depois disso, os projetos serão reavaliados por uma comissão especializada, verificando o que poderá ser continuado no programa Kinect Accelerator.
Ainda não há informações completas sobre todos os sistemas que serão desenvolvidos, mas algumas delas já possuem detalhes bastante animadores. Confira um pouco mais sobre elas:

  • Freak’n Genius: permite criar animações com o Kinect;
  • GestSure Technologies: interação gestual em salas de cirurgia;
  • Ikkos: ensina movimentos para atletas;
  • Jintronix: utiliza o Kinect para terapias e reabilitações;
  • Manctl: scanners 3D com  o auxílio do sensor;
  • Nconnex: promete colaborar com a reeducação financeira;
  • Styku: cria um avatar para provar roupas em lojas online;
  • Ubi: transforma qualquer tela em uma superfície 3D touchscreen;
  • Voxon: promete permitir que artistas e designers de games trabalhem com 3D mais livremente;
  • Zebare e Kimetric: sem informações até o momento.

Fonte: Tecmundo
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Google deve lançar loja virtual para tablets e modelo com Android "puro" por US$ 199

  Por Roberto Hammerschmidt 
                                              (Fonte da imagem: AndroidPIT)

A Google parece que não está satisfeita com as vendas dos tablets equipados com Android e pode estar planejando lançar no mercado diversos modelos com a marca da empresa, equipados com Android “puro” (sem modificações das fabricantes de hardware), desenvolvidos em parceria com empresas como Samsung, Motorola e LG.

E mais: a gigante da internet deverá lançar ainda esse ano uma loja virtual para vender tablets com Android, tanto os modificados pelas fabricantes de hardware quanto os futuros tablets com a marca da Google. A empresa planeja vender os portáteis em parceria com uma grande variedade de fabricantes.

As informações foram publicadas hoje na versão online do jornal americano The Wall Street Journal, através de uma matéria intitulada "Google Heightens Rivalry With iPad" (Google aumenta a rivalidade com o iPad, em tradução livre). A publicação cita fontes “familiarizadas com o assunto” para comprovar o conteúdo das informações.

 

Produtos com a marca Google


Essa não é a primeira vez que a empresa investe em produtos com a marca própria. Dois smartphones com Android “puro” já foram disponibilizados no mercado pela Google: o Nexus One, lançado em 2010 em parceria com a HTC, e o Galaxy Nexus (conhecido no Brasil como Galaxy X), lançado em 2011 juntamente com a Samsung.

Segundo as fontes do The Wall Street Journal, um tablet produzido pela Google em parceria com a Asus deverá ser lançado ainda esse ano. Apesar de receber o nome da Google, a empresa não fabricará os dispositivos. Os responsáveis pelo hardware serão as empresas colaboradoras, como a Samsung e a Asustek Computer.

 

Amazon e Apple na mira


O Google estaria trabalhando com especialistas de hardware da Asus e da Samsung e considera a possibilidade de subsidiar o preço de um dos dispositivos para alinhar seu valor ao Kindle Fire, o tablet da Amazon que está fazendo um grande sucesso nos Estados Unidos.

O Fire é vendido por US$ 199 nos EUA, e, segundo as fontes, é provável que a loja virtual do Google disponibilize para venda um “Tablet Nexus” pelo mesmo preço, equipado com o vindouro Android 5.0 Jelly Bean. Os detalhes do projeto ainda não estão claros, pois nada se sabe sobre quando a Google deverá lançar sua loja online.

De acordo com o The Wall Street Journal, com a venda de tablets sendo feita diretamente aos consumidores, a Google está aumentando as apostas contra a Apple, que domina o mercado há dois anos com o iPad, desde que o aparelho foi lançado.

Os tablets com Android feitos pela Samsung e outras empresas estão vendendo bem abaixo do esperado. A última pesquisa da Gartner indica que a Apple domina o segmento de tablets, com nada menos que 73% do mercado. E estamos falando de apenas um produto com iOS contra vários equipados com Android.  É Google, a guerra ainda não está perdida, mas as batalhas serão duras.

Fonte: Tecmundo
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Hackers simulam volta do Megaupload para espalhar malware




Serviço de compartilhamento de arquivos foi fechado pela Justiça dos Estados Unidos. Foto: AFPServiço de compartilhamento de arquivos foi fechado pela Justiça dos Estados Unidos
Foto: AFP

Os hackers aproveitaram o interesse gerado pelo fechamento do site de downloads Megaupload para simular seu retorno com domínios que mascaram publicidade e malware (software maligno), informou nesta sexta-feira a empresa de segurança informática ESET.
Os hackers, que sabem a popularidade da página e do interesse dos internautas em encontrar alternativas para continuar baixando vídeos e músicas gratuitamente, aproveitaram este contexto para preparar "armadilhas" que levem os usuários a seus conteúdos. Para isso, estão gerando domínios falsos que simulam a volta tanto do Megaupload como do Megavideo, mas que, no entanto, os redirecionam a páginas com publicidade.
Os responsáveis da ESET alertaram em comunicado divulgado nesta sexta que a mesma estratégia pode ser utilizada também para propagar malware. A empresa também advertiu os usuários Premium que com o bloqueio do Megaupload ficaram sem o serviço e sem o dinheiro que pagaram por ele, visto que nos próximos dias poderiam receber por e-mail falsas mensagens pedindo dados bancários com o pretexto de reembolsá-los.
Entenda o caso
As autoridades dos EUA, incluindo o FBI (polícia federal americana) tiraram o Megaupload do ar e outros 18 sites afiliados no dia 19 de janeiro por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. As autoridades norte-americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões.
Megaupload Ltd., e outra empresa vinculada ao caso, a Vestor Ltd, foram indiciadas pela câmara de acusações do estado da Virgínia (leste) por violação aos direitos autorais e também por tentativas de extorsão e lavagem de dinheiro, infrações penalizadas com 20 anos de prisão. Embora tenham participado da operação, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.
Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça e o da produtora Universal Music, entre outros na noite de 19 de janeiro. De acordo com os hackers, foi o maior ataque já promovido pelo grupo, com mais de 5 mil pessoas ajudando.
O anúncio do fechamento do Megaupload ocorreu em meio a uma polêmica nos Estados Unidos sobre uma proposta de lei antipirataria, o Sopa, que corre na Câmara dos Representante, e o Pipa, que é debatido no Senado, contra as quais se manifestou, entre muitos outros, o site Wikipédia, interrompendo seu acesso no dia 18 de janeiro e o Google mascarando seu logo. O protesto foi chamado de apagão ou blecaute pelos manifestantes.
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Em resposta ao fechamento do Megaupload, Anonymous derruba 14 sites


O grupo Anonymous derrubou no dia(19/01) vários sites relacionados a direitos autorais através de ataques DoS como protesto contra o fechamento do Megaupload. Entre os sites derrubados estavam o site do FBI, Departamento de Justiça norte americano,  Universal Music e de vários outros órgãos ligados a propriedade intelectual do governo norte-americano.
Anonymous protesta contra fechamento do Megaupload (Foto: Reprodução)Anonymous mostra sua força no caso do fechamento do Megaupload (Reprodução)
No Twitter, o grupo afirmava que os ataques foram feitos em nome da luta pela liberdade da internet, enquanto os termos “the internet strikes back” ( ou a “internet contra ataca”) #Anonymous e #Megaupload dominavam os Trending Topics. Em um post no Blog oficial do grupo, eles explicaram que o ataque foi uma forma de protesto contra o fechamento do Megaupload, incluindo a lista completa de todos os sites derrubados.
SOPA e PIPA
A prisão do líder do Megaupload coincidiu com o dia em que vários sites faziam protestos contra a aprovação do projeto de lei que quer regulamentar a Internet nos Estados Unidos. Segundo o próprio Governo Norte Americano, a prisão das pessoas relacionadas ao site de compartilhamentos não tinha qualquer ligação com os projetos de regulamentação da Internet que tramitam no congresso.
"Muitos membros do Congresso [norte-americano] já mudaram suas opiniões sobre o controverso SOPA, o ataque surpresa ao Megaupload nesta terça feira provou que os federais não precisam de SOPA ou da lei-irmã PIPA a fim de dar um golpe na Internet".
Fonte: TechTudo
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Dono do Megaupload trancou-se em 'cofre' e portava espingarda durante prisão, diz polícia


Além de decretar a prisão preventiva do fundador do Megaupload, serviço de compartilhamento de arquivos, a Justiça da Nova Zelândia congelou nesta sexta (20) o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do acusado no país. Kim Schmitz, 37, também conhecido como Dotcom, foi preso pela polícia em sua casa na cidade de Auckland e, segundo as autoridades, estava trancado em uma sala cofre e com uma espingarda de cano cortado.
De acordo com o detetive da polícia de Auckland, Grant Wormald, o fundador do Megaupload, acusado pelos Estados Unidos de promover pirataria em seu site, tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) quando notou a chegada das autoridades. “Ele ativou uma série de mecanismos eletrônicos para fechar portas. Quando a polícia neutralizou as fechaduras, ele se trancou dentro da sala cofre”, disse Wormald.
Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano cortado. “Definitivamente não foi tão simples quanto bater na porta da frente e entrar”, comentou o policial. Os policiais confiscaram ainda vários veículos de Dotcom, entre eles um Cadillac rosa de 1959 e um Rolls Royce Phantom.
As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar nesta quinta-feira (19) por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias.
Segundo o FBI, sete pessoas são acusadas de operarem o Megaupload e sites relacionados, sendo que quatro delas foram presas. O detalhamento da ação inclui na acusação lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos. Elas pedem ainda a extradição dos acusados para julgamento no país.

Prisão preventiva


O juiz David McNaughton, do tribunal do distrito de North Shore, na cidade de Auckland, ditou que Schmitz e os outros três diretores da empresa que também foram detidos permanecerão presos até que se produza a decisão sobre seu pedido de liberdade mediante pagamento de fiança, informou a agência neozelandesa "APNZ".
Junto ao fundador do Megaupload, também conhecido como Kim Dotcom, foram postos em prisão preventiva os diretores da mesma nacionalidade Finn Batato e Mathias Ortmann, assim como o holandês Bram van der Kolk. Todos eles foram detidos em operações policiais realizadas em Auckland em resposta a uma requisição feita pelas autoridades americanas, que solicitaram a extradição dos três alemães e do holandês.
A Polícia neozelandesa informou que confiscou dos detidos e da empresa bens avaliados em US$ 4,8 milhões, além de US$ 8 milhões depositados em contas abertas em diversos bancos da Nova Zelândia.

No entanto, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.

Além das quatro detenções na Nova Zelândia, foram realizadas operações nos Estados Unidos e em outros nove países, entre eles Holanda e Canadá.

Ataque hacker em represália


Apesar de a decisão, em tese, afetar apenas usuários americanos do Megaupload, a página de compartilhamento também estava indisponível quando acessada do Brasil na noite desta quinta. O bloqueio foi realizado um dia depois de diversos sites norte-americanos protestarem contra dois projetos de lei antipirataria
Poucas horas após o anúncio da ação contra o Megaupload, hackers do grupo Anonymous divulgaram pelo Twitter um ataque aos sites da Universal Music, uma das companhias que acusam o Megaupload de pirataria, ao site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e ao site do FBI. Os três sites ficaram inacessíveis após a divulgação da retaliação. Em comunicado, o grupo Anonymous afirmou: “A ação contra o Megaupload mostrou que não é necessária uma lei como a Sopa ou sua irmã, a Pipa, para tirar um site do ar.” (veja como hackers derrubaram os sites)
Em entrevista ao “New York Times”, Ira P. Rothken, advogado do Megaupload, afirmou que ainda não viu o processo. Ainda assim afirmou: "Obviamente temos preocupações sobre a legalidade desse procedimento. A ação foi tomada sem a realização de uma audiência". Ao site “Cnet”, Rothken (conhecido por defender sites acusados de pirataria) afirmou que seus clientes formarão um grupo de advogados criminais, além de advogados especializados em direitos autorais e tecnologia para defendê-los.
De acordo ainda com o jornal americano, alguns minutos antes de o site sair do ar, o Megaupload publicou um comunicado informando que não há só conteúdo que viola direitos autorais no serviço. “O fato é que a maioria do tráfego gerado pelo Megaupload é legítimo e nós estamos aqui para ficar. Se a indústria de entretenimento quiser tirar vantagem de nossa popularidade, nós estamos dispostos a iniciar um diálogo. Nós temo algumas boas idéias. Por favor, vamos manter contato.”

'Indústria do crime'


A “indústria do crime”, como cita o órgão americano, é chefiada por Kim Dotcom, fundador do Megaupload, que mantém residência na Nova Zelândia e em Hong Kong, sede do site de compartilhamento.
“Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.
O site Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial.
De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.
Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.

Vídeo controverso de apoio


Em dezembro, em função de um processo da gravadora Universal contra o Megaupload, o site lançou um vídeo em que vários artistas americanos – também vítimas de cópias ilegais distribuídas no serviço – apoiam o que a página faz. Em um dos trechos, Will.i.am, do grupo Black Eyed Peas, diz: “Quando eu quero enviar alguns arquivos pelo mundo, eu uso o Megaupload."
Artistas como o ator Jamie Foxx, a jogadora de tênis Serena Willians e o rapper americano Kanye West aparecem no vídeo apoiando o site dizendo que “gostam do Megaupload”.
Alguns dias após o lançamento do vídeo, o cantor Will.i.am informou que ele não havia autorizado o uso da sua imagem na campanha. O vídeo chegou a ser removido do YouTube, mas há várias cópias dele disponíveis no site.

Projeto de lei antipirataria


O site foi fechado um dia depois que diversas páginas nos Estados Unidos protestaram contra dois projetos de lei parecidos, chamados Pipa (do inglês, lei para proteger a propriedade intelectual) e Sopa (do inglês, lei para impedir a pirataria online). A Wikipedia ficou fora do ar por 24 horas na quarta (18), enquanto diversos outros endereços exibiram imagens de protesto contra as duas propostas.

Embora tenham recebido o apoio da indústria cinematográfica de Hollywood e da indústria musical, o projeto Sopa enfrenta a oposição de associações que defendem a livre expressão, com o argumento de que essa lei permitirá ao governo americano fechar sites, inclusive no exterior, sem necessidade de levar a questão à Justiça.

Debatido no Congresso, o Sopa permitiria ao Departamento de Justiça dos EUA investigar e desconectar qualquer pessoa ou empresa que possa ser acusada de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país – caso do Megaupload.
*Com informações da EFE e AFP
Fonte:Tecnologia.uol.com.br
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