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Dieta dos sucos faz emagrecer 3 kg em uma semana


Confira nove receitas de sucos que ajudam a emagrecer, acabar com a celulite, regular o intestino e perder barriga

Reportagem: Daniella De Caprio - Edição: MdeMulher
Conteúdo do site ANAMARIA
 


Além de gostosos, os sucos ajudam a emagrecer. Não tem como não provar!
Foto: Getty Images
Você só tem uma semana para secar alguns quilinhos e entrar naquela roupa ou biquíni? Invista em sucos de frutas naturais. Eles são saborosos e muito eficientes para desintoxicar, hidratar, resgatar a vitalidade da pele, regular o intestino e, o melhor, emagrecer! Tomando os sucos corretamente duas vezes ao dia, dá para perder até 3 quilos em uma semana e, finalmente, vestir seu biquíni. Quer testar? Então confira as nove receitas de suco elaboradas pelas nutricionistas Vivian Goldberger e Ana Paula Mendonça.

1. Tirar celulite*

· ½ maçã
· ½ pera
· ¼ de laranja
· 1 talo pequeno de aipo
· 1 punhado de folhas de hortelã
· 250 ml de água

2. Eliminar barriga*

· 1 fatia de abacaxi
· Suco de 1 limão pequeno
· 1 col. (sobremesa) de semente de abóbora sem casca
· 250 ml de água de coco

3. Turbinar o bronzeado*

· Suco de 1 laranja
· 1 cenoura pequena ralada
· 1 talo pequeno de salsão picado
· 250 ml de água

4. Acelerar o metabolismo*

· 1 col. (sopa) de mate solúvel
· ½ maçã
· ½ papaia
· 1 banana-ouro
· 250 ml de leite de soja

5. Acabar com o inchaço*

· 1 talo pequeno de salsão picado
· 1 talo de erva-doce picada
· 1 fatia grande de abacaxi
· 250 ml de água

6. Detonar a TPM*

· 1 fatia grande de mamão
· 1 col. (chá) de raspas de gengibre
· 1 fatia fina de abacaxi
· 200 ml de suco de laranja

7. Regular o intestino*

· ½ maçã
· 1 folha de espinafre
· ½ beterraba pequena
· 250 ml de água

8. Dar energia

· 2 col. (sopa) de erva-mate tostada
· 300 ml de água fervente
· ½ manga
· 1 col. (sobremesa) de suco de limão
Preparo: Despeje o mate sobre a água fervente abafe por 5 minutos, coe. Bata o mate coado já frio no liquidificador, com a manga, o suco de limão, adoçante e gelo. Coe e sirva gelado.

9. Desintoxicar*

· 1 fatia grossa de abacaxi
· 250 ml de suco natural de laranja
· 200 ml de água de coco
· 2 folhas de couve
· 1 col. (sobremesa) de salsa
· 1 col. (sobremesa) de mel

*Preparo: bata todos os ingredientes, adicione adoçante, coe e tome.



Tome o suco nos lanches feitos entre as refeições
Foto: Dreamstime

Sugestão de cardápio

Não adianta só tomar os sucos. A vitória só virá se você ajudar. Por isso, seguir uma alimentação saudável é fundamental. "Com alto teor de fibras, os sucos diminuem a vontade de comer", explica Vivian. Os melhores horários para ingerir os sucos são pela manhã e no final da tarde. Siga o cardápio de 1000 calorias elaborado por Vivian, que deverá ser seguido durante uma semana (ao terminar o terceiro dia volte ao primeiro):

Dia 1

· Café da manhã: 1 xíc. de leite desnatado com 1 col. (sobremesa) de achocolatado em pó light + 1 fatia de bolo simples
· Lanche da manhã: Suco
· Almoço: 1 concha pequena de lentilhas + 2 col. (sopa) de arroz + 1 filé de frango grelhado + 2 col. (sopa) de jardineira de legumes cozidos no vapor
· Lanche da tarde: Suco
· Jantar: 1 unidade grande de abobrinha recheada com carne moída ao molho sugo, salpicada com parmesão e gratinada ao forno + 1 caixa individual de água de coco

Dia 2

· Café da manhã: 1 iogurte natural desnatado com mel + 1 col. (sopa) de flocos de aveia integral
· Lanche da manhã: Suco
· Almoço: 1 prato raso de salada de folhas verdes com palitinhos de pepino + 3 col. (sopa) de purê de batatas com 2 fatias finas de carne assada
· Lanche da tarde: Suco
· Jantar: Omelete feita com 2 claras, 1 gema, ervas aromáticas, ervilhas e ricota + 1 caixa de água de coco

Dia 3

· Café da manhã: 1 iogurte natural desnatado e mel + 1 col. (sobremesa) de farelo de aveia integral
· Lanche da manhã: Suco
· Almoço: 1 ½ xíc. (chá) de macarrão ao azeite e alho com brócolis + 1 coxa de frango assado sem pele
· Lanche da tarde: Suco
· Jantar: 1 fatia de pizza de rúcula com mussarela de búfala e tomate seco + 1 copo de chá gelado


Fonte: mdemulher.abril.com.br
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Hackers simulam volta do Megaupload para espalhar malware




Serviço de compartilhamento de arquivos foi fechado pela Justiça dos Estados Unidos. Foto: AFPServiço de compartilhamento de arquivos foi fechado pela Justiça dos Estados Unidos
Foto: AFP

Os hackers aproveitaram o interesse gerado pelo fechamento do site de downloads Megaupload para simular seu retorno com domínios que mascaram publicidade e malware (software maligno), informou nesta sexta-feira a empresa de segurança informática ESET.
Os hackers, que sabem a popularidade da página e do interesse dos internautas em encontrar alternativas para continuar baixando vídeos e músicas gratuitamente, aproveitaram este contexto para preparar "armadilhas" que levem os usuários a seus conteúdos. Para isso, estão gerando domínios falsos que simulam a volta tanto do Megaupload como do Megavideo, mas que, no entanto, os redirecionam a páginas com publicidade.
Os responsáveis da ESET alertaram em comunicado divulgado nesta sexta que a mesma estratégia pode ser utilizada também para propagar malware. A empresa também advertiu os usuários Premium que com o bloqueio do Megaupload ficaram sem o serviço e sem o dinheiro que pagaram por ele, visto que nos próximos dias poderiam receber por e-mail falsas mensagens pedindo dados bancários com o pretexto de reembolsá-los.
Entenda o caso
As autoridades dos EUA, incluindo o FBI (polícia federal americana) tiraram o Megaupload do ar e outros 18 sites afiliados no dia 19 de janeiro por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias. As autoridades norte-americanas consideram que por meio do Megaupload, que conta com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas ingressaram cerca de US$ 175 milhões.
Megaupload Ltd., e outra empresa vinculada ao caso, a Vestor Ltd, foram indiciadas pela câmara de acusações do estado da Virgínia (leste) por violação aos direitos autorais e também por tentativas de extorsão e lavagem de dinheiro, infrações penalizadas com 20 anos de prisão. Embora tenham participado da operação, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.
Em resposta ao fechamento do Megaupload, o grupo de hackers Anonymous bloqueou temporariamente o site do Departamento de Justiça e o da produtora Universal Music, entre outros na noite de 19 de janeiro. De acordo com os hackers, foi o maior ataque já promovido pelo grupo, com mais de 5 mil pessoas ajudando.
O anúncio do fechamento do Megaupload ocorreu em meio a uma polêmica nos Estados Unidos sobre uma proposta de lei antipirataria, o Sopa, que corre na Câmara dos Representante, e o Pipa, que é debatido no Senado, contra as quais se manifestou, entre muitos outros, o site Wikipédia, interrompendo seu acesso no dia 18 de janeiro e o Google mascarando seu logo. O protesto foi chamado de apagão ou blecaute pelos manifestantes.
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Escova progressiva sem formol

Sabia que você pode ter cabelos lisos sem depender desse componente do mal?

Por Deise Garcia
Moça de cabelão

Desde que a escova progressiva com formol foi proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), muitas adeptas se sentiram meio órfãs e para manter o look insistiram no método. É claro que tiveram de recorrer a “infratores”, leia-se profissionais que continuaram fazendo a progressiva original, aquela que leva formol. No entanto, a indústria cosmética, atenta aos pedidos incessantes das consumidoras, desenvolveu produtos capazes de mudar o desenho natural dos fios sem danificá-los e com princípios ativos que não põem em risco a saúde. Aldeni Ribeiro, do salão Franck Provost, e Evandro Ângelo, do EV Salão, que já trabalham com as novidades, contam todos os detalhes dos dois novos métodos que dispensam formol.

 Fonte: boaforma.abril.com
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Conheça os riscos do alisamento capilar com formol

 Substância é usada pois alisa o cabelo quando entra em contato com os fios
Foto:  Cynthia Vanzella

Especialista alerta que substância pode causar câncer e levar a óbito, quando o assunto é a realização de escova progressiva ou definitiva nos salões, o nome do composto químico formol sempre é citado e se inicia um debate sobre se realmente existe alguma forma de utilização segura desta substância para relaxamento e alisamento dos fios.
Para esclarecer estas dúvidas, consultamos o dermatologista Francisco Le Voci, Coordenador do Ambulatório de Cabelos da Faculdade de Medicina do ABC e do Departamento de Cabelos da SBD, que alerta sobre os riscos e as alternativas do tratamento capilar.

1. O que é o formol?

O Formol ou Formaldeído é um composto com várias aplicações, sendo usado normalmente como conservante ou antisséptico. Também é usado para embalsamar peças de cadáveres, na confecção de seda artificial, celulose, tintas e corantes, soluções de uréia, tiouréia, resinas melamínicas, vidros, espelhos, explosivos, entre outros.

2. Por que ele é prejudicial à saúde?

O formol é comprovadamente prejudicial (tóxico) à saúde quando ingerido, inalado ou quando entra em contato com a pele, via intravenosa, intraperitoneal ou subcutânea. Em concentrações de 20 ppm (partes por milhão) no ar causa rapidamente irritação nos olhos. Sob a forma de gás, é mais perigoso que em estado de vapor.

3. Por que o formol é utilizado em alguns cosméticos capilares?

Ele tem sido utilizado, indevidamente, em altas concentrações nos cosméticos capilares, com o objetivo de produzir alisamento dos cabelos, pois possui esta ação quando em contato com os fios.

4. Quais são as reações adversas que o formol pode causar?

São várias e graves as reações, incluindo câncer e óbito. Entre as principais reações adversas podemos citar:

:: Pele - irritação, vermelhidão, dor e queimaduras;

:: Olhos - irritação, vermelhidão, dor, lacrimação e visão embaraçada. Altas concentrações causam danos irreversíveis.

:: Vias respiratórias: a inalação pode causar até câncer no aparelho respiratório, dor de garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da freqüência respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório. Pode ainda causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema pulmonar e pneumonia. Vale destacar que pode ser fatal em altas concentrações.

A exposição crônica, frequente ou prolongada pode causar hipersensibilidade levando às dermatites. O contato repetido ou prolongado pode causar reação alérgica, debilitação da visão e aumento do fígado.

5. Se uma empresa de cosméticos possui autorização da Anvisa para fabricar/distribuir seus produtos é porque ela está de acordo com a legislação exigida pelo órgão, certo? Ou seja, as substâncias utilizadas na fórmula do seu produto são seguras para o consumidor e profissional?

Existem concentrações seguras de uso do formol em cosméticos como conservante, mas não para alisamento dos fios, conforme definido pela ANVISA. Assim, os fabricantes e profissionais devem respeitar as doses seguras.

6. Para quem os produtos que contém formol são contra indicados?

Todas as pessoas podem ser prejudicadas com o uso do formol em cosméticos, desde os consumidores quanto os profissionais que aplicam a substância. No caso das situações outras, como as descritas acima, existem regras de proteção e de doses para que se utilize o formol, e somente pessoas treinadas e protegidas podem manipular o composto.

7. Quais os ingredientes mais seguros para quem deseja controlar os cachos?

Os produtos permitidos pela ANVISA para alisamentos capilares são: Tioglicolato de Amônio, Hidróxido de Sódio, Hidróxido de Potássio, Hidróxido de Cálcio, Hidróxido de Lítio e o Carbonato de Guanidina.

8. Quais as outras substâncias utilizadas indevidamente para alisamento dos fios, além do formol, e como perceber que constam na mistura do produto aplicado nos fios?

Os produtos para alisamento devem conter em seu frasco o selo da ANVISA como sendo aprovados. Desta forma, o consumidor deve exigir que possa ver o frasco do produto que está sendo utilizado, além de procurar locais de sua confiança para fazer o alisamento. O cheiro intenso é um dos principais sinais de manipulação incorreta.

Fonte: Clicrbs.com.br
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Em resposta ao fechamento do Megaupload, Anonymous derruba 14 sites


O grupo Anonymous derrubou no dia(19/01) vários sites relacionados a direitos autorais através de ataques DoS como protesto contra o fechamento do Megaupload. Entre os sites derrubados estavam o site do FBI, Departamento de Justiça norte americano,  Universal Music e de vários outros órgãos ligados a propriedade intelectual do governo norte-americano.
Anonymous protesta contra fechamento do Megaupload (Foto: Reprodução)Anonymous mostra sua força no caso do fechamento do Megaupload (Reprodução)
No Twitter, o grupo afirmava que os ataques foram feitos em nome da luta pela liberdade da internet, enquanto os termos “the internet strikes back” ( ou a “internet contra ataca”) #Anonymous e #Megaupload dominavam os Trending Topics. Em um post no Blog oficial do grupo, eles explicaram que o ataque foi uma forma de protesto contra o fechamento do Megaupload, incluindo a lista completa de todos os sites derrubados.
SOPA e PIPA
A prisão do líder do Megaupload coincidiu com o dia em que vários sites faziam protestos contra a aprovação do projeto de lei que quer regulamentar a Internet nos Estados Unidos. Segundo o próprio Governo Norte Americano, a prisão das pessoas relacionadas ao site de compartilhamentos não tinha qualquer ligação com os projetos de regulamentação da Internet que tramitam no congresso.
"Muitos membros do Congresso [norte-americano] já mudaram suas opiniões sobre o controverso SOPA, o ataque surpresa ao Megaupload nesta terça feira provou que os federais não precisam de SOPA ou da lei-irmã PIPA a fim de dar um golpe na Internet".
Fonte: TechTudo
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Dono do Megaupload trancou-se em 'cofre' e portava espingarda durante prisão, diz polícia


Além de decretar a prisão preventiva do fundador do Megaupload, serviço de compartilhamento de arquivos, a Justiça da Nova Zelândia congelou nesta sexta (20) o equivalente a R$ 15,6 milhões em bens do acusado no país. Kim Schmitz, 37, também conhecido como Dotcom, foi preso pela polícia em sua casa na cidade de Auckland e, segundo as autoridades, estava trancado em uma sala cofre e com uma espingarda de cano cortado.
De acordo com o detetive da polícia de Auckland, Grant Wormald, o fundador do Megaupload, acusado pelos Estados Unidos de promover pirataria em seu site, tentou se esconder em uma sala fortificada (bunker) quando notou a chegada das autoridades. “Ele ativou uma série de mecanismos eletrônicos para fechar portas. Quando a polícia neutralizou as fechaduras, ele se trancou dentro da sala cofre”, disse Wormald.
Quando conseguiram abrir a sala, as autoridades encontraram Dotcom com uma espingarda de cano cortado. “Definitivamente não foi tão simples quanto bater na porta da frente e entrar”, comentou o policial. Os policiais confiscaram ainda vários veículos de Dotcom, entre eles um Cadillac rosa de 1959 e um Rolls Royce Phantom.
As autoridades dos EUA tiraram o Megaupload do ar nesta quinta-feira (19) por considerar que o site faz parte de "uma organização delitiva responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial" que causou mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de companhias.
Segundo o FBI, sete pessoas são acusadas de operarem o Megaupload e sites relacionados, sendo que quatro delas foram presas. O detalhamento da ação inclui na acusação lavagem de dinheiro e infrações graves de direitos autorais. A pena máxima pelos crimes é de 20 anos. Elas pedem ainda a extradição dos acusados para julgamento no país.

Prisão preventiva


O juiz David McNaughton, do tribunal do distrito de North Shore, na cidade de Auckland, ditou que Schmitz e os outros três diretores da empresa que também foram detidos permanecerão presos até que se produza a decisão sobre seu pedido de liberdade mediante pagamento de fiança, informou a agência neozelandesa "APNZ".
Junto ao fundador do Megaupload, também conhecido como Kim Dotcom, foram postos em prisão preventiva os diretores da mesma nacionalidade Finn Batato e Mathias Ortmann, assim como o holandês Bram van der Kolk. Todos eles foram detidos em operações policiais realizadas em Auckland em resposta a uma requisição feita pelas autoridades americanas, que solicitaram a extradição dos três alemães e do holandês.
A Polícia neozelandesa informou que confiscou dos detidos e da empresa bens avaliados em US$ 4,8 milhões, além de US$ 8 milhões depositados em contas abertas em diversos bancos da Nova Zelândia.

No entanto, as autoridades da Nova Zelândia não devem apresentar acusações formais contra o Megaupload, apesar de considerar que a empresa também infringiu as leis sobre propriedade intelectual deste país.

Além das quatro detenções na Nova Zelândia, foram realizadas operações nos Estados Unidos e em outros nove países, entre eles Holanda e Canadá.

Ataque hacker em represália


Apesar de a decisão, em tese, afetar apenas usuários americanos do Megaupload, a página de compartilhamento também estava indisponível quando acessada do Brasil na noite desta quinta. O bloqueio foi realizado um dia depois de diversos sites norte-americanos protestarem contra dois projetos de lei antipirataria
Poucas horas após o anúncio da ação contra o Megaupload, hackers do grupo Anonymous divulgaram pelo Twitter um ataque aos sites da Universal Music, uma das companhias que acusam o Megaupload de pirataria, ao site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e ao site do FBI. Os três sites ficaram inacessíveis após a divulgação da retaliação. Em comunicado, o grupo Anonymous afirmou: “A ação contra o Megaupload mostrou que não é necessária uma lei como a Sopa ou sua irmã, a Pipa, para tirar um site do ar.” (veja como hackers derrubaram os sites)
Em entrevista ao “New York Times”, Ira P. Rothken, advogado do Megaupload, afirmou que ainda não viu o processo. Ainda assim afirmou: "Obviamente temos preocupações sobre a legalidade desse procedimento. A ação foi tomada sem a realização de uma audiência". Ao site “Cnet”, Rothken (conhecido por defender sites acusados de pirataria) afirmou que seus clientes formarão um grupo de advogados criminais, além de advogados especializados em direitos autorais e tecnologia para defendê-los.
De acordo ainda com o jornal americano, alguns minutos antes de o site sair do ar, o Megaupload publicou um comunicado informando que não há só conteúdo que viola direitos autorais no serviço. “O fato é que a maioria do tráfego gerado pelo Megaupload é legítimo e nós estamos aqui para ficar. Se a indústria de entretenimento quiser tirar vantagem de nossa popularidade, nós estamos dispostos a iniciar um diálogo. Nós temo algumas boas idéias. Por favor, vamos manter contato.”

'Indústria do crime'


A “indústria do crime”, como cita o órgão americano, é chefiada por Kim Dotcom, fundador do Megaupload, que mantém residência na Nova Zelândia e em Hong Kong, sede do site de compartilhamento.
“Por mais de cinco anos, o site operou de forma ilegal reproduzindo e distribuindo cópias de trabalhos protegidos por direitos autorais, incluindo filmes – disponíveis no site antes do lançamento –, músicas, programas de TV, livros eletrônicos e softwares da área de negócios e entretenimento”, diz o órgão.
O site Megaupload tem mais de 150 milhões usuários registrados, 50 milhões de visitantes diários e soma 4% de todo tráfego da internet mundial.
De acordo com o FBI, o modelo de negócios do site de compartilhamento de arquivos promovia o upload de cópias ilegais. Tanto é que o usuário era recompensado pelo site quando incluía arquivos que eram baixados muitas vezes. Além disso, o Megaupload pagava usuários para criação de sites com links que levavam para o serviço.
Conforme alegado no processo, os administradores do site não colaboraram na remoção de contas que infringiam direitos autorais, quando solicitados pelas autoridades. Para citar o “descaso” da empresa, o FBI comenta que quando solicitado, o site ia lá e removia apenas uma cópia, deixando disponível outras milhares de cópias do arquivo pirateado.

Vídeo controverso de apoio


Em dezembro, em função de um processo da gravadora Universal contra o Megaupload, o site lançou um vídeo em que vários artistas americanos – também vítimas de cópias ilegais distribuídas no serviço – apoiam o que a página faz. Em um dos trechos, Will.i.am, do grupo Black Eyed Peas, diz: “Quando eu quero enviar alguns arquivos pelo mundo, eu uso o Megaupload."
Artistas como o ator Jamie Foxx, a jogadora de tênis Serena Willians e o rapper americano Kanye West aparecem no vídeo apoiando o site dizendo que “gostam do Megaupload”.
Alguns dias após o lançamento do vídeo, o cantor Will.i.am informou que ele não havia autorizado o uso da sua imagem na campanha. O vídeo chegou a ser removido do YouTube, mas há várias cópias dele disponíveis no site.

Projeto de lei antipirataria


O site foi fechado um dia depois que diversas páginas nos Estados Unidos protestaram contra dois projetos de lei parecidos, chamados Pipa (do inglês, lei para proteger a propriedade intelectual) e Sopa (do inglês, lei para impedir a pirataria online). A Wikipedia ficou fora do ar por 24 horas na quarta (18), enquanto diversos outros endereços exibiram imagens de protesto contra as duas propostas.

Embora tenham recebido o apoio da indústria cinematográfica de Hollywood e da indústria musical, o projeto Sopa enfrenta a oposição de associações que defendem a livre expressão, com o argumento de que essa lei permitirá ao governo americano fechar sites, inclusive no exterior, sem necessidade de levar a questão à Justiça.

Debatido no Congresso, o Sopa permitiria ao Departamento de Justiça dos EUA investigar e desconectar qualquer pessoa ou empresa que possa ser acusada de publicar material com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país – caso do Megaupload.
*Com informações da EFE e AFP
Fonte:Tecnologia.uol.com.br
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Site da Megaupload foi fechado pela FBI


Quem pagou para usar Megaupload pode entrar na Justiça, 


diz advogado

Mas os custos do processo são altos; Procon sugere suspender pagamento.Site de compartilhamento foi fechado pelo FBI na quinta feira (19/12/2011).


Após o fechamento de um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, na quinta-feira (19), e a prisão de seus fundadores, usuários no Brasil que contrataram o serviço "premium" questionam o que acontecerá com suas contas. O Megaupload permitia o download gratuito, mas era possível pagar para baixar e compartilhar mais arquivos ao mesmo tempo e com maior velocidade.
Não há definição sobre o que acontecerá com o site, mas, desde a tarde de ontem, o Megaupload está inacessível no Brasil. Embora seja um canal de distribuição de conteúdo protegido intelectualmente, muitos usuários utilizavam o site para compartilhar arquivos, fotos e vídeos pessoais, que não feriam a lei. Os preços da versão "premium" variavam entre US$ 10 para uso durante um mês até US$ 200 para usá-lo "por toda a vida", como prometia o anúncio que existia na página.
Para Renato Ópice Blum, advogado especializado em direito digital e presidente do conselho de segurança da informação da Fecomércio, os brasileiros que pagaram o serviço para compartilhar conteúdos legítimos "têm o direito de serem ressarcidos pela descontinuidade do Megaupload".
"Os tribunais brasileiros, pelo código do consumidor, têm competência de realizar o processo", afirma. Ele explica que, nesse caso, um juiz brasileiro emitiria o documento para os Estados Unidos, onde seria encaminhado o processo. "É possível entrar até mesmo com um processo de ressarcimento nos EUA".
Os custos, porém, podem inviabilizar esse procedimento, acredita o advogado. "Ao entrar na Justiça norte-americana, os custos podem aumentar muito, já que seria necessário pagar um advogado no país e, no final, ainda contar que o dono do Megaupload tenha bens para pagar o usuário lesado".
Procon recomenda suspender pagamento
Procurado pelo G1, o Procon-SP recomenda que os usuários suspendam os pagamentos de cartões de crédito ou Paypal realizados para usar contratar o serviço "premium" do site. "Já que não se sabe o que acontecerá com o Megaupload, os usuários devem entrar em contato com sua operadora de cartão de crédito, ou com outros serviços como o PayPal, por exemplo, comunicar o caso do fechamento do Megaupload e pedir o cancelamento de todos os pagamentos futuros que podem aparecer relacionados ao site", disse a assessora técnica Maíra Feltrin Alves. "Outra medida é entrar em contato, se possível, com os administradores do serviço, para saber se se há possibilidade de cancelamento no caso de as cobranças continuarem."
SOPA e PIPA
O fechamento do Megaupload aconteceu um dia depois que diversos sites, incluindo a enciclopédia Wikipédia e os classificados Craigslist, decidiram ficar fora do ar em protesto contra dois projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Congresso dos EUA. Eles são conhecidos pelas siglas SOPA e PIPA.
O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
Ataque hackerApós o fechamento do Megaupload, o grupo hacker Anonymous, que também é contra os projetos, afirmou no Twitter que derrubou os sites do FBI, a polícia federal dos EUA, do Departamento de Justiça americano, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, entre outros endereços.
Às 23h50 desta quinta, o endereço "www.fbi.gov" estava inacessível. O site ficou fora do ar por cerca de 1 hora. O governo americano não afirmou se foi uma falha nos servidores ou se realmente houve um ataque.
Fonte: G1.globo.com


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