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Vlogger Felipe Neto lança campanha contra os valores dos impostos no Brasil

O vlogger Felipe Neto, que já conta com quase 100 milhões de visualizações em seus vídeos no YouTube, lançou a campanha Preço Justo, uma crítica aos altos impostos cobrados no país, que encarecem muito o preço dos produtos, especialmente os eletrônicos. Quem já pesquisou preços de gadgets no exterior ou acompanha o TechTudo regularmente, sabe que no Brasil os preços cobrados são muito altos - chegando ao quádruplo dos cobrados em outros países mais desenvolvidos.


Felipe Neto e a campanha Preço Justo (Foto: Reprodução) 
Felipe Neto e a campanha Preço Justo (Foto: Reprodução)
 
A campanha é muito semelhante ao Jogo Justo, que fez diversas lojas abaixarem os preços de jogos eletrônicos por um período de tempo. Em um teste realizado em novembro de 2010, o jogo Bioshock 2, vendido pelo preço promocional de R$ 59,90, esgotou em 47 minutos no Wal Mart e em 10 minutos na UZ Games, que também forneceu o jogo por preço reduzido nas lojas físicas.
 
O Preço Justo cita a arrecadação expressiva de impostos que parecem não voltar em serviços para a população, mas apenas em gastos supérfluos do governo. Segundo o site Impostômetro, a arrecadação de 2011 do governo brasileiro já ultrapassa 440 bilhões de reais. Os impostos cobrados sobre os produtos, como o Imposto de Importação, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deixam as mercadorias custando cerca de quatro vezes mais.

Um exemplo levantado pela campanha é o console Playstation 3, vendido por US$300 (R$ 475, considerando a cotação do dólar de hoje) nas lojas norte-americanas e que chega custando R$ 2000 no Brasil. Os impostos absurdos não se restringem aos importados: filmes em Blu-ray, produzidos na Zona Franca de Manaus, custam até cinco vezes mais do que no exterior.

Para participar do manifesto, acesse o Preço Justo e insira seus dados pessoais: nome, e-mail e CPF. No vídeo publicado no YouTube, Felipe Neto se comprometeu a entregar as assinaturas na mão da presidente Dilma Rousseff, caso o número de participantes chegue a 1 milhão. No momento da redação desta matéria, a página já anunciava o total de 249 mil participantes.

Paulo Higa para o TechTudo
Fonte: TechTudo
 
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Resistir às crises de abstinência é a cura da dependência


Crise ou síndrome de abstinência é o nome dado ao conjunto de sintomas que se instalam quando o fumante interrompe o uso da droga causadora da dependência. Todo fumantes que tenha ficado sem cigarro por algumas horas já sentiu na pela alguns desses sintomas:

• Ansiedade

• Inquietação

• Tristeza

• Irritabilidade

• Distúrbios do sono

• Falta de concentração

• Suores

• Dor de cabeça

• Alteração do hábito intestinal

• Tonturas

Se de um dia para o outro alguém para de fumar, seu cérebro se ressente da falta da droga e toma providências enérgicas para obrigá-lo a usá-la novamente. Contudo, se a recusa em fornecer nicotina aos neurônios persiste, o cérebro começa a sofrer um longo processo de adaptação à nova realidade, como se precisasse reaprender a funcionar de “cara limpa”, como fazia antes de a dependência se instalar.

Quem deixa de fumar tem o direito de se considerar ex-usuário de nicotina; ex-dependente, jamais. Em algum canto do cérebro, a serpente da dependência está sempre à espreita do primeiro deslize. Aqueles que conseguem abster-se por apenas três meses ou passam décadas em abstinência, quando sofrem uma recaída voltam com rapidez ao número de cigarros diários anteriormente consumidos. A dependência de nicotina é uma doença crônica, incurável – o cérebro do fumante nunca mais volta ao estado original.

Fonte: globo.com
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Entenda a relação do fumo e da bebida alcoólica


A nicotina é metabolizada (decomposta) no fígado e, em pequeno grau, nos próprios pulmões. A excreção da droga e de seus metabólitos (subprodutos resultantes da sua degradação) é feita pelos rins. A velocidade de eliminação pelos rins varia de acordo com a acidez ou alcalinidade da urina. Quanto mais ácida a urina, mais rapidamente a droga é excretada.

É por esse motivo que as pessoas fumam sem parar quando tomam bebidas alcoólicas: o álcool torna a urina mais ácida, aumentando a velocidade de excreção da nicotina. Para manter a concentração da droga no sangue exigida pelos neurônios dependentes, é preciso aumentar o número de cigarros consumidos.

Fonte: globo.com
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Entenda como a nicotina age no organismo

 A fumaça inalada a partir da queima do fumo atravessa a faringe, a laringe, traqueia e invade os brônquios, seguindo na direção dos alvéolos pulmonares – estruturas em forma de saco, altamente irrigadas por pequenos vasos sanguíneos – para que as trocas de oxigênio por gás carbônico possam ser efetuadas.

Ao chegar aos alvéolos, as gotículas de nicotina entram em contato com a infinidade de vasos sanguíneos que os irrigam, atravessam suas paredes e caem na corrente sanguínea. Dependendo da profundidade da tragada, 70 a 90% da nicotina presente na fumaça é absorvida nos alvéolos. Ao cair no interior dos milhares de vasos capilares dos pulmões, a nicotina se mistura com o sangue já oxigenado, que será levado ao coração para ser bombeado para todo o organismo.

O processo é tão rápido que a nicotina atinge o cérebro entre apenas seis e dez segundos. Os neurônios de várias regiões do cérebro possuem, em suas membranas, pequenas “antenas” às quais as moléculas de nicotina se ligam. Essas “antenas” funcionam como receptores da droga e não têm número fixo: conforme a repetição diária de tragadas aumenta, maior o número dessas “antenas”. Com mais receptores disponíveis, a quantidade de nicotina necessária para acalmá-los precisa ser maior.

medida que a droga vai sendo metabolizada, isto é, decomposta, os receptores começam a ficar vazios, e a vontade de fumar aumenta progressivamente: surge a crise de abstinência, carregada de ansiedade e agitação, que só regride quando a fumaça chega outra vez aos pulmões e a primeira dose de nicotina atinge o cérebro.

 fonte: Globo.com
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Fumante passa por cinco fases antes de decidir parar



A tomada de decisão para largar o cigarro resulta de um processo que costuma levar anos ou décadas para se completar. Especialistas demonstram que, do ponto de vista didático, é possível reconhecer cinco estágios pelos quais a maioria dos fumantes passa antes de jogar fora o maço.

A primeira é a Fase de pré-contemplação, quando os fumantes não pensam em mudar seu comportamento e racionalmente veem mais vantagens em fumar do que deixar de fazê-lo. Já a Fase de contemplação acontece quando o fumante sente no corpo alguns problemas causados pelo fumo, tenta reduzir o número de cigarros, mas ainda não se convenceu completamente de que vale a pena ficar livre da dependência.

Na Fase de preparação, o fumante já sabe que o cigarro é seu inimigo, pensa seriamente em largar, mas ainda lhe falta coragem para adotar medidas radicais. É na Fase da ação que finalmente o fumante se confronta com sua condição de dependente e toma a decisão de parar. Muitos dos que estão nesta fase chegam a marcar data para fumar o último cigarro. Mas a etapa mais difícil é mesmo a Fase de manutenção, porque muitos hábitos associados ao fumo precisam ser modificados.

, se houver recaídas, não há problema. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os fumantes fazem, em média, três ou quatro tentativas antes de conseguir parar de fumar definitivamente.

fonte: Fantastico.globo.com
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Síndrome da fadiga crônica



O que é síndrome da fadiga crônica

A síndrome da fadiga crônica é uma desordem complexa e desabilitante caracterizada pela fadiga profunda que não melhora com descanso deitado e que pode ser piorada por atividade física ou mental. Pessoas com síndrome da fadiga crônica geralmente funcionam em um nível de atividade substancialmente menor do que eram capazes antes do aparecimento da doença. Adicionalmente, pacientes reportam vários sintomas não-específicos que incluem fraqueza, dor muscular, memória prejudicada, piora na concentração, insônia e fadiga após exercícios exaustivos que dura mais de 24 horas. Em alguns casos a síndrome da fadiga crônica pode persistir por anos.

A causa da síndrome da fadiga crônica não é identificada e não estão disponíveis testes diagnósticos específicos. Uma vez que muitas doenças têm fadiga incapacitante como um dos sintomas, deve-se ter cuidado para excluir outras condições conhecidas, e geralmente tratáveis, antes de fazer o diagnóstico do síndrome da fadiga crônica.

Sintomas da síndrome da fadiga crônica

Essencialmente, para receber o diagnóstico de síndrome da fadiga crônica, o paciente deve satisfazer dois critérios:
 
1. Ter fadiga crônica severa por mais de 6 meses com outras condições médicas excluídas por diagnósticos clínicos; e
 
2. Ter 4 ou mais dos 8 seguintes sintomas: prejuízo substancial na memória de curto prazo ou concentração, dor de garganta, linfonodos macios, dor muscular, dor multiarticular sem inchaço nem vermelhidão, dores de cabeça, sono não renovador, fadiga pós exercícios vigoroso que dura mais de 24 horas.
Esses sintomas devem persistir ou ser recorrentes por mais de 6 meses consecutivos.

     Outros sintomas comumente observados na síndrome da fadiga crônica

Adicionalmente aos 8 sintomas primários que definem a síndrome da fadiga crônica, vários outros têm sido relatados por alguns pacientes. A freqüência de ocorrência desses sintomas varia de 20% a 50% entre os pacientes com síndrome da fadiga crônica. Eles incluem dor abdominal, intolerância ao álcool, barriga inchada, dor no peito, tosse crônica, diarréia, tontura, olhos ou boca seca, dor nos ouvidos, batimento cardíaco irregular, dor na mandíbula, náusea, sudorese noturna, problemas psicológicos, falta de fôlego, sensações na pele, formigamento e perda de peso.



     Condições médicas semelhantes à síndrome da fadiga crônica

Muitas doenças têm espectro de sintomas similares à síndrome da fadiga crônica. Essas         doenças incluem, entre outras, fibromialgia, encefalomielite miálgica, neurastenia, sensibilidade    química múltipla, narcolepsia, hipotiroidismo, apnéia do sono, depressão, esquizofrenia e mononucleose crônica. Embora essas doenças possam apresentar outro sintoma principal, a fadiga crônica é comumente associada a todas elas.

Tratamento da síndrome da fadiga crônica

Uma vez que não há cura conhecida para a síndrome da fadiga crônica, o tratamento visa aliviar os sintomas e melhorar as funções do paciente. Uma combinação de terapias com e sem remédios é geralmente recomendada. Não existe uma terapia única para tratamento da síndrome da fadiga crônica. Mudanças no estilo de vida, incluindo prevenção de tarefas exaustivas, redução de estresse, restrições na dieta, alongamento suave e suplementação nutricional são freqüentemente recomendados em adição à terapia com remédios usada para tratar a dor, sono e outros sintomas específicos. Fisioterapia cuidadosamente supervisionada também pode ser parte do tratamento para síndrome da fadiga crônica, porém os sintomas pode ser exarcebados por um atividade física superdimensionada. A administração de exercícios físicos leves é recomendada para evitar a exaustão e prevenir a perda de condicionamento físico.

fonte: Copacabanarunners.net
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Versão de testes do Adobe Photoshop CS6 vazou na internet, confira as novidades


Nova interface, efeitos 3D e salvamento automático marcam as novas funções do editor de imagens.
                                                       (Fonte da imagem: AppleInsider)

 Adobe Photoshop CS6 nem tem data de lançamento marcada, mas uma versão prévia de testes, chamada de Superstition, já vazou na internet. As novidades no aplicativo parecem bem mais significativas do que o que ocorreu com o modelo anterior.

De acordo com AppleInsider, que teve acesso a uma dessas cópias, a mudança mais radical foi mesmo na interface do programa, que ganhou cores escuras (ao contrário do visual acinzentado das anteriores) e uma separação de ferramentas mais eficiente. O visual estaria cada vez mais parecido com o do Aperture, editor de imagens da Apple.

Mas o maior esforço foi mesmo o de providenciar ferramentas para trabalhar com a perspectiva de retratos e efeitos em 3D. A possibilidade não é nova (existe de forma básica desde o CS4), porém, várias ferramentas inéditas foram adicionadas, como “3D Text” e “Perspective Crop Tool”.
 Além disso, foi adicionada uma função que pode salvar aqueles que perderam trabalhos inteiros por quedas de energia ou travamentos do PC: o “Autosave”, que grava automaticamente a imagem aberta a cada período de tempo determinado pelo usuário.

Há ainda o efeito que devolve a nitidez aos retratos desfocados, mas ele não foi encontrado nos testes, podendo fazer parte apenas de uma atualização ou versão posterior. Vale lembrar que a versão vazada ainda é preliminar, portanto alguns desses recursos podem ser modificados ou até eliminados no resultado final.

FONTE:
TECMUNDO
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