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WebP: novo formato de imagens do Google quer matar o JPEG


Google aparece com novo formato para imagens e com a promessa de ser muito mais leve do que o padrão atual.
Por Eduardo Karasinski em 4/10/2010

Quando a internet se popularizou no Brasil, era comum encontrar conexões sendo feitas com modems de 14K. Por isso, a navegação era complicada em sites com o conteúdo composto por muitas imagens. Hoje, mesmo com velocidades cada vez maiores ao redor do mundo, essa carga ainda é um fator que pesa em servidores e torna a rede um pouco mais lenta.

O JPEG sempre foi uma forma excelente de se diminuir o tamanho de arquivos de imagem sem perder consideravelmente a qualidade de forma visível para os internautas.

Entretanto, a Google fez algumas pesquisas de como é o tráfego na internet e chegou à conclusão de que boa parte dos "travamentos" e "demoras" durante a navegação são ocasionados pelas imagens. E, assim, resolveram lançar sua solução: o WebP.

O que é WebP?

Desenvolvido totalmente com base nas pesquisas realizadas com relação à navegação, a empresa criou seu próprio formato de imagens comprimidas, chamado WebP. Ele usa um método de compressão "leve" — ou seja, que mantém o máximo de qualidade visível.

 O WebP consiste nos dados VP8 (originalmente, um codec de vídeo de código aberto) e em um container baseado em RIFF (blocos para armazenamento de metadados). Assim, em resumo, a intenção do novo formato de compressão é a criação de imagens melhores, com tamanhos menores.

O funcionamento é muito semelhante ao JPEG, pois você escolhe entre o tamanho do arquivo e o visual final. A diferença é que ele promete 39% mais compressão do que os outros formatos padrão para a internet, mantendo praticamente a mesma qualidade.

As vantagens e desvantagens do formato
Como dito acima, a grande vantagem do WebP é o fato de ser uma maneira de comprimir as imagens ainda mais do que antes e, mesmo assim, manter uma qualidade muito boa. O lançamento é totalmente em código aberto, para que todos os que quiserem contribuir consigam fazê-lo com facilidade.

Fonte: Divulgação / Google

O grande problema é que, por se tratar de um formato totalmente novo, o suporte a ele ainda não existe — nem por parte da Google. Sendo assim, será preciso criar alguma forma de compatibilidade para os navegadores, já que uma versão mais antiga de um browser (seja o Google Chrome, Firefox, Opera ou qualquer outro) não conseguirá visualizar nada que esteja em WebP.

Atualmente, a demora em realizar a conversão de um arquivo com WebP é oito vezes maior do que de um JPEG — sendo um dos maiores "problemas" dele. O tamanho máximo suportado pelo WebP da Google é de 16383 x 16383 pixels de altura e largura, o que já garante um uso relativamente "normal" para as páginas web que temos hoje. Entretanto, aprimoramentos no uso do novo formato devem aparecer nos próximos meses.

Quando começaremos a usar?

O formato já pode ser usado a qualquer momento, por qualquer um. No site
oficial do WebP, no Google Code, é possível fazer o download da versão para sistemas Linux, que consiste no uso de linhas de código para comprimir e descomprimir as imagens.


Em breve, devem ser lançadas versões para o Windows também. Por se tratar de uma novidade, é difícil dizer quando e se o WebP se tornará algo comum na internet. As próximas versões do Google Chrome devem trazer compatibilidade para a novidade, mas resta aguardar para saber qual vai ser a posição dos outros aplicativos.


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7 coisas que você deve saber antes de comprar memória RAM

Antes de sair por aí e gastar com o primeiro pente de memória que encontrar, verifique as 7 coisas que você deve saber antes de comprar memória ram.



Todo programa executado é armazenado, temporariamente, na memória RAM do computador. Quando mais programas do que o suportado são abertos, o sistema operacional passa a utilizar a chamada memória virtual, que é armazenada em disco.

Porém, há uma desvantagem nesse processo: a leitura e escrita de dados no HD na máquina são muito mais lentas do que o processo equivalente na memória física. Para evitar que isso cause quedas de desempenho no computador, basta ter muita memória RAM disponível.

Mas antes de sair por aí, comprando qualquer uma das opções disponíveis no mercado, há alguns pontos que devem ser verificados. Para facilitar, listamos abaixo o que achamos importante saber antes da compra.

1. Quantos GB de RAM eu preciso?







 A resposta depende do uso que você fará do computador. Para sistemas desktop comuns, usados para tarefas rotineiras, como navegar na internet e fazer pequenas edições em fotografias digitais, é recomendado ter, pelo menos, 2 GB de RAM.

Caso o computador seja usado para tarefas que exijam mais performance, como a compilação de programas e edição de áudio, recomendamos que tenha disponível pelo menos 4 GB. Mas se o assunto for games de última geração, é melhor não economizar e instalar até 6 GB de RAM. Assim, você terá memória de sobra para jogar os últimos lançamentos do mercado.

Note também que sistemas operacionais (SO) de 32 bits reconhecem, no máximo, até 4 GB de RAM.

Portanto, para usar mais memória do que isso, o usuário deve instalar um SO de 64 bits. Para maiores informações, consulte o nosso artigo sobre o assunto.

2. Formatos de RAM



DDR, DDR2, DDR3, SDRAM, So-Dimm etc. Essa “sopa de letrinhas” costuma confundir o usuário antes da compra. Consulte sempre o manual da sua placa-mãe para saber qual é o formato compatível com ela. E caso você tenha ficado curioso sobre as diferenças entre esses tipos de RAM, recomendamos a leitura de “Como funciona a memória RAM?”, publicado pelo Tecmundo.

3. Frequência e voltagem

Como regra de ouro, podemos dizer que, quanto mais alta a frequência do pente de memória, maior é o desempenho dele. Porém, antes de comprar aquela memória de 1.600 MHz, é necessário verificar se a placa-mãe do seu computador suporta esse tipo de RAM.



Caso a frequência da memória seja superior à suportada pela placa, a RAM funcionará com uma performance inferior. Dependendo do caso, ela nem mesmo poderá ser utilizada na mesma máquina. Se o pente de memória tiver frequência inferior à suportada pela placa-mãe, o sistema como um todo perderá em desempenho, já que estará trabalhando abaixo do seu limite.

Além disso, algumas memórias podem exigir uma voltagem fora dos padrões para funcionar corretamente. Por isso, é sempre importante consultar o manual da placa-mãe para saber se ela é capaz de trabalhar com os requisitos exigidos pela RAM.

4. Latência

Dessa vez, a regra é inversa: quanto menor o valor, melhor. Afinal, a latência é o tempo que a memória leva para acessar determinado dado. Portanto, quanto menor o tempo de latência (atraso), mais rápido a memória responderá e enviará dados aos demais componentes de hardware.

5. Confira a QVL


A maioria dos fabricantes de placa-mãe costuma disponibilizar uma lista de fornecedores qualificados. Em inglês, essa lista é conhecida como Qualified Vendor List (QVL) e, nela, é possível encontrar os principais modelos e marcas de memória RAM indicadas para a sua placa.

Portanto, antes de comprar um produto totalmente desconhecido, vale a pena conferir o preço das indicações listadas na QVL. Pode ser que, por alguns poucos reais a mais, você possa adquirir uma RAM licenciada pela fabricante da sua placa-mãe, o que significa mais estabilidade e compatibilidade.

6. Garantia

É aconselhável pensar com seriedade na memória a ser adquirida. Quando compramos uma televisão, por exemplo, é comum perguntarmos sobre o tempo de garantia fornecido pelo fabricante. O mesmo acontece com a RAM. Antes de fechar a compra, verifique se o fabricante ou a loja fornece garantia para o produto.

7. Quantidade de pentes instalados


Quanto mais simples, melhor. A máxima também serve para esse caso. Se estiver em dúvida quanto a comprar quatro pentes de 1 GB ou dois de 2 GB, opte pelo menor número de pentes. A razão é simples: é menos “custoso”, para a placa-mãe, gerenciar dois pentes de memória, do que quatro.

FONTE: TECMUNDO - BAIXAKI
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